A Viúva Lamego produz  azulejaria tradicional portuguesa através de projectos especiais, sejam eles de autores (arte pública) ou de arquitectos.
Azulejaria Tradicional Portuguesa

Fundada em 1849, na altura com as instalações fabris no edifício onde se encontra hoje a Loja Principal, no Largo do Intendente, em Lisboa, a Viúva Lamego teve no início da sua actividade uma produção diversificada, quer em barro vermelho, de artigos utilitários (talhas, etc.), quer em barro branco, com faiança e azulejos.

A sua produção caracteriza-se hoje em dia por uma vasta gama de Azulejaria Tradicional, sempre com pintura manual, reproduzindo motivos dos séc. XVI, XVII, XVIII, e por projectos especiais, quer por encomenda, quer a partir de criações de artistas plásticos ou de arquitectos, neste caso em estreita colaboração com os mesmos.

O maior volume da sua produção, diz respeito aos azulejos e faixas tradicionais quer em padrão quer em painéis, sendo os mesmos fabricados em chacota normal (prensada), ou em lastra (extrusão), conferindo-lhe neste caso um aspecto mais irregular.

Entre os trabalhos mais recentes da Viúva Lamego encontram-se a quase totalidade das estações do Metropolitano de Lisboa, pintadas à mão, bem como várias a nível internacional, a Casa da Música no Porto, o pavilhão de Portugal, entre outros.

Faiança Artística

A Viúva Lamego desde a sua fundação em 1849 mantém a par da produção de azulejos a produção em barro branco de Faiança Artística.

São produzidas distintas peças utilitárias e de decoração que ilustram a tradição portuguesa, encantando clientes por todo o mundo.
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